Morte súbita de confinados
Texto escrito em linguagem não-acadêmica, direcionado para proprietários.
Portal DBO, 17/8/25
Por Enrico Ortolani
O infausto, gerado pela morte de outrem, faz parte da vida, especialmente quando ocorre subitamente e sem se esperar, tanto nos seres humanos, quanto nas criações animais. Sempre ouvimos as seguintes expressões: “mas ele era tão moço, aparentemente tão sadio, fazia check-up e até exercício; o animal estava tão gordo e bonito, esbanjando saúde, foi vacinado, e era o “rei do cocho”, mas morreu! Agora não adianta lamentar, como dizia a música de Aldir Blanc, imortalizada na voz de João Bosco: “Tá lá o corpo estendido no chão!”.
A morte súbita, além de causar mais impacto do que mortes já esperadas em animais por doenças aparentes, traz dúvidas quanto à causa, nem sempre investigada. Muitos dos nossos confinamentos cresceram quantitativamente em pouco tempo, almejando um maior ganho de peso, com muito uso de concentrado energético e, vez por outra, com redução de fibra ou com esta desbalanceada. Um experiente consultor de saúde animal me disse que os casos de morte súbita nesses confinamentos triplicaram em relação ao citado aumento numérico.
Leia mais aqui.
